Entendendo o ThetaHealing: O que Utilizo, o que Descarto e a Minha Visão Teológica

Desmistificando o ThetaHealing: O que Utilizo, o que Descartei e a Minha Visão Teológica
O ThetaHealing é amplamente conhecido como uma ferramenta para acessar e reprogramar o subconsciente através da desaceleração das ondas cerebrais até a frequência Theta — o estado de relaxamento profundo que antecede o sono. Quando silenciamos a mente nessa frequência, as barreiras do consciente se reduzem. É aí que conseguimos investigar, identificar e desmanchar as chamadas crenças limitantes: aqueles registros e bloqueios invisíveis que governam nossas escolhas no piloto automático e geram padrões repetitivos de autossabotagem.
Dentro da engrenagem do ThetaHealing, existem dois aspectos metodológicos fantásticos que utilizo ativamente:
  • A Investigação por Captação Psíquica: Através de uma sensibilidade intuitiva refinada e com a devida permissão, realizo uma varredura no campo vibracional para rastrear com precisão cirúrgica a raiz exata de uma trava (seja ela emocional, financeira ou afetiva).
  • O Poder dos Comandos Verbais: No universo sutil, a palavra emitida com foco é um vetor de co-criação imediata. Os decretos direcionados servem para dar ordem e forma à cura, cancelando os padrões antigos e inserindo novas frequências de potência e merecimento.
No entanto, por ter critérios rigorosos sobre a sacralidade do corpo e a condução da energia, eu realizo um filtro profundo nessa ferramenta, descartando completamente as práticas e a teologia da criadora original, Vianna Stibal.
A metodologia tradicional orienta puxar a energia do centro da Terra, fazendo-a subir pelas solas dos pés e atravessar todos os chakras do corpo. Eu discordo frontalmente e descartei essa prática por considerá-la arriscada e invasiva. Trazer energias externas para dentro do nosso campo viola o nosso templo. O corpo é sagrado, e a sua individualidade deve ser respeitada através de fechamentos espirituais seguros. Minha sustentação acontece por via exclusivamente mental e horizontal, conectando-me à energia divina latente que já habita em nós, através da intenção pura.
Além disso, me posiciono totalmente contrária à visão da fundadora, que desconsidera a figura de Jesus Cristo. Minha cosmovisão se alinha aos princípios do Gnosticismo Primitivo, onde compreendo que o arquiteto deste planeta material é um deus limitado — o Demiurgo —, responsável por desenhar um mundo imperfeito e denso, onde os seres precisam devorar uns aos outros para sobreviver. O Deus Verdadeiro, o Pai Celeste, é a energia amorosa e poderosa de onde tudo verdadeiramente emana, totalmente desprovida de sofrimento.
Embora na gnose primitiva tradicional não haja o registro de que Jesus foi dado em sacrifício, cheguei a essa conclusão profunda através dos meus próprios estudos e da vivência da minha espiritualidade livre. Para mim, Jesus demonstrou pureza absoluta e desprendimento, tornando-se o nosso acesso mais seguro ao Pai Celeste. Por isso, nas minhas sessões, recuso-me a direcionar intenções ao "criador de tudo" genérico da técnica original; meus comandos são feitos diretamente a Jesus, a ponte real para a emanação do Deus Verdadeiro.
Fazer esse filtro me permite extrair o melhor da engenharia de crenças do ThetaHealing, mantendo o seu atendimento blindado, seguro e fiel à verdadeira Luz.

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